Ativistas do Greenpeace fazem protesto para lembrar sobre os riscos da exploração de petróleo em plataformas marítimas e pedir investimentos em fontes renováveis de energia
Ativistas do Greenpeace simularam um vazamento de óleo em frente à sede da BP, na capital paulista, em protesto contra o desastre ambiental provocado no Golfo do México pela explosão de uma plataforma de petróleo da empresa no dia 20 de abril. A simulação, que utilizou 4 barris cheios com uma substância preta (uma mistura de farinha com tinta não tóxica e lavável), nem de perto chegou ao tamanho do vazamento provocado no poço operado pela BP, estancado somente em meados de agosto.
Segundo dados do governo dos Estados Unidos, o acidente liberou o
equivalente a 5 milhões de barris de petróleo no Golfo do México, paralisando
a pesca e o turismo no litoral de 4 estados americanos e causando danos
ainda incalculáveis a ecossistemas costeiros e marinhos na região. O
número oficial, ainda não auditado por fontes independentes, é suficiente
para transformar o vazamento da BP no maior da história e serve para
lembrar dos riscos que o mundo corre para continuar a saciar a sua sede por
combustíveis fósseis.
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